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Casa de Acolhimento
Conheça a casa de acolhimento que auxília na reabilitação dos usuários do CAPS Álcool e outras Drogas, possibilitando sua autonomia, independência e a (re) construção dos projetos de vida.   
 
 
Publicado em 14 de Novembro de 2017

Joinville tem uma unidade de acolhimento, um serviço de residência transitória para reabilitar usuários de álcool e outras drogas que estejam em situação de rua. São apenas 38 dessas unidades em todo o Brasil, duas delas em Santa Catarina: a de Joinville e uma em Chapecó.

A unidade de acolhimento é como uma casa. Tem quartos coletivos e individuais, cozinha completa, lavanderia, banheiros, sala com TV e espaço de convivência. As portas estão abertas, a casa não é fechada, não é uma internação, os usuários têm livre acesso de ir e vir. Eles lavam as próprias roupas, podem fazer um lanche, têm incentivo para serem autônomos e independentes e cuidarem da higiene pessoal. Eles recebem as refeições do café da manhã, almoço, café da tarde e jantar.

A capacidade é para atender 15 pessoas: usuários atendidos pelo CAPS AD (Centro de Atenção Psicossocial em álcool e outras drogas) que precisam de  cuidado integral, homens e mulheres, acima de 18 anos, em situação de rua.

Desde que foi implantada, em agosto de 2014, o serviço já acolheu 43 pessoas. Quando entram na Unidade continuam sendo atendidos pela equipe multidisciplinar do CAPS AD e podem viver na casa por até 06 meses.

Segundo Diogo Fiorello Foppa (o psícólogo que atua na casa), "A redução de danos além de ser a política pública oficial do SUS também é o pilar fundamental do nosso trabalho na Unidade de Acolhimento. Por isso que falo em resultados qualitativos, e que o objetivo é a reabilitação psicossocial e não necessariamente a abstinência. Estamos em consonância com os princípios da reforma psiquiátrica, tais como o cuidado em liberdade e o fortalecimento da autonomia dos sujeitos,... pode dar a impressão de que só se consegue estar em abstinência se estiver abrigado em uma UA, ou que estar lá dentro exige isso, porém o que vemos no cotidiano é que estar acolhido em uma residência transitória ajuda muito quem quer parar ou diminuir o uso de substâncias psicoativas, coisa que na rua fica muito mais difícil. 

Para incentivar a continuidade dos estudos de seus moradores, a unidade mantém parcerias com instituições de ensino que possam oferecer bolsas de estudo. Usuários de lá já frequentaram cursos como: informática, segurança, gastronomia, elétrica predial, entre outros. A maior dificuldade, no entanto, é a reinserção no mercado de trabalho.

“Temos dificuldade em conseguir empresas parceiras. Muitos têm escolaridade baixa ou pouca experiência em carteira, com várias entradas e saídas, mas temos casos de muito sucesso. Quanto mais ele circular e ter acesso a serviços públicos e particulares, mais cidadão vai ser”. finaliza Diogo.

Fonte:https://www.joinville.sc.gov.br/noticias/joinville-tem-casa-de-acolhimento-para-usuarios-de-drogas-e-alcool-em-situacao-de-rua

Fonte:https://ricmais.com.br/sc/programas/balanco-geral-joinville/casa-de-acolhimento-quer-transformar-a-vida-de-moradores-de-rua

 




 

 
Dê-lirar é fundamental!
 
"Tão fundamental que se eu fosse uma filósofa importante mudaria a máxima cartesiana para: "Deliro, logo existo".  É comum que se diga que só os loucos deliram, mas isso não é verdade.  Todos nós deliramos. 
Quem não delira ou é pedra ou é planta.  Todas as pequenas e grandes realizações humanas iniciaram com um delírio, ou seja, numa invenção da cabeça de alguém."
(Rita Almeida-Psicóloga).
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